Cuba pede reconhecer a saúde como direito humano essencial

«Cuba apoia o fortalecimento de sistemas de saúde dirigidos ao alcance da cobertura sanitária universal, reconhecendo a saúde como um direito humano essencial e centro das políticas públicas», expressou em 26 de setembro a vice-ministra de saúde Marcia Cobas Ruiz na Organização Pan-americana da Saúde, ao discursar na 29ª Conferência Sanitária Pan-americana.

No encontro, que se celebra em Washington até 29 de setembro, Cobas Ruiz reiterou o compromisso de nosso país de compartilhas as experiências positivas nos avanços alcançados, bem como a disposição para a cooperação médica internacional.

A vice-ministra de saúde transmitiu em nome do povo e governo cubanos as condolências a todas as famílias dos falecidos pelos terremotos ocorridos no México e a passagem dos furacões Irma e María pelo Caribe.

A vice-ministra Cobas Ruiz valorizou a qualidade do relatório apresentado pela doutora CarissaEtienne, que atualiza a situação da saúde na região e nos 52 países e territórios das Américas; o qual ainda, sobre a base dos dados colhidos mostra os desafios e avanços dos países das Américas para conseguir melhorar a saúde da região.

Por outra parte, Cobas pôs Cuba como exemplo, «pois em junho de 2015 passou a ser o primeiro país do mundo em receber a validação da eliminação da transmissão materno-infantil do vírus da imunodeficiência humana (VIH) e a sífilis», e acrescentou que Cuba faz esforços para manter esses indicadores de impacto.

Destacou que o país conta com mais de 495 mil trabalhadores da saúde e brigadas médicas cubanas trabalham em 64 países, com mais de 40 mil colaboradores.

«A ajuda oferecida perante situações de emergências e desastres através do Contingente Internacional de Médicos Especializados em Situações de Desastres e Graves Epidemias “Henry Reeve”, com 25 Brigadas Médicas em 20 países afetados, deles em três ocasiões no Haiti, duas no Chile, Serra Leoa e o Peru.

Tudo isso — reiterou — «sob os efeitos do bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos ao povo cubano, e cujo impacto nos serviços de saúde no ano 2016 foi de US$ 87,6 milhões, com afetações acumuladas em valores desde seu início de US$ 2,76 bilhões.

Fonte: Granma

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