Raúl reconhece desempenho do Centro de Estudos Martianos

Enviou uma mensagem de felicitação ao CEM, por ocasião de se comemorar, neste ano, o 40º aniversário de sua criação

O primeiro secretário do Comitê Central do PCC e presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros de Cuba, general-de-exército Raúl Castro Ruz, enviou uma mensagem de felicitação ao Centro de Estudos Martianos (CEM), ao se comemorar, neste ano, o 40º aniversário de sua criação.

Por tal motivo, e «no contexto da Conferência ‘José Martí e a cultura cubana’, transmito-lhes minha felicitação a vocês e a todos aqueles que a partir desta instituição puseram seu empenho durante as últimas quatro décadas no estudo e difusão da obra do Herói Nacional de Cuba», indicou Raúl na carta lida em um ato celebrado na sede do centro.

A vice-ministra primeira da Cultura, María Elena Salgado, leu a carta na qual o presidente cubano expressou que «muito contribuiu o Centro de Estudos Martianos para estender entre nós uma compreensão cabal e mais profunda do legado do Apóstolo».

No encontro, efetuado por ocasião de se comemorar o Dia da Cultura Cubana, Ana Sánchez Collazo, diretora da instituição, afirmou que receber esta mensagem constitui um compromisso para continuar divulgando o pensamento martiano a partir da academia e para a população.

O líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro, no ensejo do 25º aniversário da criação do CEM, enviou uma mensagem de felicitação à entidade, «…o Centro de Estudos Martianos conta com um poderoso aríete e uma formidável trincheira de ideias», palavras que mantêm sua vigência em nossos dias.

«O fato de que em nosso 40º aniversário tenhamos recebido esta mensagem de nosso presidente Raúl Castro é, ainda, a concatenação do reconhecimento da mais alta direção do país ao trabalho encomendado no ano 1977 quando foi criada a instituição», indicou Marielena Segura, vice-diretora do CEM.

Alguém em disse em alguma ocasião que eu considerava a cultura como o centro de tudo. Certamente onde não há cultura pode ser achada a ignorância e a mediocridade carente de entusiasmo criativo. José Martí, referindo-se à mesma escreveu: «…A mãe do decoro, a seiva da liberdade, a manutenção da República e o remédio de seus vícios é, sobretudo o demais, a propagação da cultura».

Fonte: Granma

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