Amigos de Cuba nos EUA recusam bloqueio e restrições de viagens

Seattle, Estados Unidos, 22 out (Prensa Latina) Cuba sim, bloqueio não, ecoaram amigos da ilha que concluirão hoje uma reunião de dois dias celebrada nesta cidade para ratificar a vontade de continuar seu trabalho solidário.
A Igreja Batista A Nova Esperança de Seattle acolheu ontem à noite um mitin público da Rede Nacional de Solidariedade a Cuba durante o qual membros de diversas organizações e residentes da comunidade deram mensagens de apoio à nação antilhana.

Precisamos terminar este bloqueio de uma vez e por todas, expressou John Waller, secretário do Comitê de Amizade Seattle/Cuba, que também se pronunciou na contramão das restrições que limitam as viagens dos estadunidenses à ilha e lhes impedem a visitar como turistas.

O ativista, cuja entidade é uma das organizadoras aqui da conferência anual da Rede Nacional de Solidariedade a Cuba, destacou que 55 dos 100 membros do Senado norte-americano apoiam um projeto de lei para eliminar tais obstáculos impostos os viajantes deste país.

De acordo com Waller, o Governo e povo do território caribenho, bem como o movimento de amizade, querem que os estadunidenses vão à maior das Antilhas, mas não para a mudar, mas para a conhecer, compartilhar e trocar experiências e respeitar sua cultura.

Similar convite a ir ao país vizinho realizou-a Sherry Williams, uma das participantes na delegação Clean Greens organizada pela igreja batista e que esteve lá de 6 a 18 de outubro em uma estância de conteúdo cultural e agroecológico.

A sua vez, Miguel Fraga, primeiro secretário da Embaixada de Cuba nos Estados Unidos, assinalou que o bloqueio mantido por Washington contra o país caribenho constitui uma violação dos direitos humanos do povo cubano.

Todas a pesquisas mostram que a maioria dos estadunidenses desejam ver o final desse cerco, também o querem assim a maioria dos cubano-americanos, agregou o servidor público, além de recordar que em 2016 essa política foi recusada por 191 países na ONU.

Quem defenda o bloqueio não representa à maioria dos estadunidenses, nem dos cubano-americanos, nem da comunidade internacional, sublinhou.

Por sua vez, o doutor Abraham Vá-a, um dos 170 graduados estadunidenses da Escola Latino-americana de Medicina (ELAM) de Havana, realçou o ensino humanista recebida nesse centro de altos estudos e agradeceu a obra gestada pelo líder histórico da Revolução cubana, Fidel Castro.

Enquanto cumpram-se as ideias de Fidel e defenda-se Cuba, ele permanecerá nas vozes dos oprimidos, considerou o jovem sobre o estadista, falecido o 25 de novembro do passado ano.

O evento público também contou com a presença do Conjunto de Ação do Coro da Paz de Seattle, o qual interpretou temas dedicados à maior das Antilhas e a exigir o fim do cerco econômico, comercial e financeiro.

‘Para fomentar a paz é hora de comerciar, suspende a disputa, termina o bloqueio’, chamou uma das canções do grupo, que ademais fechou a atividade com a legendaria canção cubana Guantanamera.

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